Heurística de Shneiderman
Bill Shneiderman é professor in the Department of Computer Science na
University of Maryland.
O objetivo principal destas recomendações é orientar a avaliação de sites e promovendo assim sua usabilidade, tornando-os mais fácil e rápido o acesso a informações disponÃveis em portais.
1 Busca Pela Consistência
Usar sempre a mesma terminologia e a mesma localização de elementos comuns nas páginas de conteúdo, nas páginas de ajuda ao usuário e nas mensagens de erro.
2 Atalhos
Juntamente com oi aumento do uso, aumenta-se o desejo do usuário de reduzir o número de cliques e aumenta o desejo de mais interação. Abreviações, teclas de atalho são de tamanha ajuda a um usuário experiente.
3 Feedback
Para cada ação o sistema deve fornecer um feedback, sendo que para pequenas ações a resposta pode ser modesta, já para ações maiores a resposta tem que ser substancial.
Começo, meio e fim
Sequências de ações devem ser organizadas de tal forma que tenham um começo, meio e fim. Assim, ao final de cada ação o usuário terá um sentimento de dever cumprido e satisfação e deixando o caminho livre para se preparem para a próxima ação.
5 Prevenção de erros
Caso o erro aconteça, o sistema deve detectar e oferecer mecanismos compreensÃveis para lidar com o erro.
6 Desfazer erros
Permitir que o usuário desfaça algum erro durante uma ação. Isso também faz com que o usuário explore opções até então desconhecidas sem medo de errar.
7 Controle do Usuário
Os usuários de qualquer sistema interativo esperam deter controle sobre o sistema, fazendo com que este responda a suas solicitações e expectativas. Ações inesperadas do sistema, infindáveis seqüências de entrada de dados, incapacidade ou dificuldade em obter a informação necessária e incapacidade em produzir os resultados desejados contribuem para o aumento da ansiedade e da insatisfação do usuário
8 Reduzir carga de memória do usuário
capacidade da memória de curto termo é limitada. Conseqüentemente, quanto menos entradas, menor a probabilidade de cometer erros. Além disso, quanto mais sucintos forem os itens, menor será o tempo de leitura.
E, quanto mais numerosas e complexas forem as ações necessárias para se chegar a uma meta, a carga de trabalho aumentará e com ele a probabilidade de ocorrência de erros.
- Comente aqui
- Alex Camillo
- dia 31 de July de 2008
Síndrome de Burnout
A SÃndrome de Burnout é um termo psicológico que descreve o estado de exaustão prolongada e diminuição de interesse, especialmente em relação ao trabalho. O termo burnout (do inglês “combustão completa”) descreve principalmente a sensação de exaustão da pessoa acometida.
Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um perÃodo de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação, mas alguns consideram que trabalhadores com determinados traços de personalidade são mais suscetÃveis a adquirir a sÃndrome. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta sÃndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que burnout refere-se exclusivamente a uma sÃndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clÃnica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização).
Trabalhadores na área de saúde, estudantes, músicos, professores, artistas e principalmete médicos estão propensos ao burnout. O burnout pode ser visto como uma depressão no trabalho.
A chamada SÃndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).
Essa sÃndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda (médicos, enfermeiros, professores).
De fato, esta sÃndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contacto interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicólógos, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros. Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas à avaliações.
fonte de pesquisa: Leia o artigo completo.
- Alex Camillo
- dia 30 de July de 2008

