7Junho2008
Ambiente de trabalho
por: Alex Camillo em: Gestão de Projetos.
No mundo coorporativo de hoje se exige cada vez mais facilidade em trabalhar em equipe, facilidade de comunicação e, principalmente, boa postura profissional. É bem verdade que algumas empresas tem todo esse apelo coorporativo mascarado. O que quero dizer com isso é que algumas empresas apenas exigem que o seu trabalho seja bem feito, e o resto é resto. Mas ainda há empresas que dão valor ao tarbalho em equipe e a boa postura profissional.
Lendo o site da Universia me deparei com um artigo muito interessante que aponta através de conversas com especialistas de carreira algumas atitudes imperdoáveis no relacionamento diário de uma equipe. Seguem as dicas abaixo.
- Fazer fofoca;
- Rejeitar o trabalho em equipe;
- Ser antipático (a);
- Deixar conflitos pendentes;
- Ficar de cara fechada;
- Deixar de cultivar relacionamentos;
- Não ouvir os colegas;
- Ficar nervoso (a) com a equipe.
O fato é que relacionamentos em ambiente de trabalho são muito complicados. Estamos sempre sendo avaliados. Existem divergências, diferenças sócio culturais, e a principal fonte de conflitos é o choque de egos. De todas as posturas nocivas, já mencionadas, a pior, sem dúvida, é a fofoca. Falar mal do colega para algumas pessoas é como se fosse uma terapia. Algumas pessoas parecem utilizar a fofoca como uma válvula de escape, uma terapia, catarse. Vale a pena lembrar que aqueles que falam mal de outros para você podem estar falando mal de você para os outros também.
Princípios básicos de educação sempre deixarão as portas abertas. Alguns exemplos desses prícipios seriam:
- Pontualidade que é sinônimo de responsabilidade e respeito aos demais;
- Saber ouvir;
- Ser cordial, gentil e atencioso com colegas de tarabalho;
- O bom e velho bom dia e boa noite na chegada e saída da empresa;
Alguns desses conceitos parecem obvios demais, mas a verdade é que muitas pessoas “esquecem”, por exemplo, de dar bom dia ou boa tarde. Tem algumas dicas super interessantes de como ser um bom profissional em um blog chamado Expresso e Emprego e algumas dicas de como evitar fofocas poderão ser lidas no blog Gambare.
9Maio2008
Show me the Money!
por: Alex Camillo em: Empreendedorismo; Finanças.

Pegando um gancho no post em que Mauro Amaral escreveu para seu blog entitulado, “Como saber quanto o cliente pode gastar?” Em seu artigo ele diz que existe um momento na negociação de nossos projetos em que saber qual é a faixa de orçamento com a qual o cliente está trabalhando faz toda a diferença e desenvolve seu artigo dando algumas dicas. Aproveito aqui para dar mais algumas dicas também.
Em resposta ao seu artigo disse que algo que sempre faço quando estou “briefando” o cliente é fazer perguntas sobre a empresa.
- Tipo de administração, familiar ou profissional
- Rotatividade dos funcionários
- Sede própria ou alugada
- Número de funcionários
- Quanto tempo de mercado
- Planos futuros
- Planejamento de marketing
Entender bem o nogócio do seu cliente é muito importante na hora de fechar o contrato de prestação de serviços.
Me lembro de um caso em particular em que fui “briefar” o cliente. Ele era sócio de uma clinica de fonoaudiologia. Fiz todas as perguntas sobre o que ele queria no site, dei algumas opiniões, e comecei a fazer perguntas sobre sua empresa. No final ele já estava me explicando como os exames são feitos, inclusive entrei em uma das cabines que ele tinha durante tal explicação.
Todo empresário gosta de falar sobre seu negócio, tem orgulho daquilo que consegiu construir. Esse tipo de informação também nos ajuda a identificar se nosso futuro cliente é um empresário sério ou não. Afinal de contas, quem nunca levou um calote, ou teve algum cliente que demorou séculos para pagar pelo trabalho desenvolvido?
Parabenizo ao Mauro por mais um excelente artigo no Carreira Solo, em breve voltaremos!


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