12Novembro2008
World Usability Day 2008
por: Alex Camillo em: Usabilidade.
O Dia Mundial da Usabilidade foi criado para assegurar que serviços e produtos importantes para a vida sejam acessíveis e mais simples de usar. A edição 2008 no Rio de Janeiro,acontece no dia 13 de novembro, a partir das 17:30 h no Teatro da Cidade, em Ipanema. Segue abaixo, outras informações sobre o evento.
Local do Evento:
Av. Epitácio Pessoa, 1664 - Lagoa
Rio de Janeiro - RJ, 22411-072, BRA
Programação
17h30
Boas vindas e abertura
Robson Santos, D.Sc17h40
Casos e experiênciasProjeto de aeronaves - Saulo Hideki (Designer, RJ)
Acessibilidade no transporte público carioca
Everaldo Bechara (iLearn, RJ)Projetos para transporte ferroviário
Bruno Batela (Designer, RJ)Metodologias de usabilidade
Letícia Cianconni (Especialista em usabilidade - Tesla, SP)18h40
Intervalo / Coffe-break19h
PalestrasGPS, mapas e mobilidade
Daniel Rocha (Fórum Nokia)TEX - Solução para o caos no trânsito
Guto Indio da Costa20h
Mesa redonda - Para onde vai o transporte do Rio? Perspectivas em usabilidade nos transportes22h
Encerramento
16Setembro2008
Fórum W3C Brasil
por: Alex Camillo em: Notícias.
A W3C Brasil cria um fórum amplo de discussão sobre padrões em usabilidade, acessibilidade, mobilidade, segurança, web semântica e TV digital.
Os objetivos do fórum são:
- organizar e sistematizar possíveis contribuições à reflexão internacional documentada nos diversos textos dos Working Groups;
- apresentar ao público brasileiro novas temáticas que estão na agenda do W3C;
- identificar e viabilizar novos associados;
- influenciar as políticas públicas relativas ao uso da web pelas instituições públicas;
Segue a programação preliminar abaixo.
09:00 - Painel de abertura com os afiliados Brasil
“Os padrões web e seus impactos no futuro da governança da TI”
- Marcos Vinicius Mazoni, presidente, SERPRO (convidado)
- Luiz Fernando Soares, professor, PUC-Rio
- Everaldo Bechara, presidente, iLearn
- Demi Getschko, diretor-presidente, NIC.br
11:00 - Convidado internacional:
“The ways to Web Semantic”
- Klaus Bierkenbihl, coordenador dos escritórios internacionais do W3C
11:45 - Convidado especial
“A Web Semântica no Brasil”
- Hugo Hoeschl, presidente da ABEP
12:15 - Debate sobre a atuação do W3C Escritório Brasil
30Agosto2008
Dicas: CSS e acessibilidade
por: Alex Camillo em: Acessibilidade; CSS; Produção Web; Usabilidade; XHTML.
Quase não tenho postado sobre CSS, acessibilidade, javascript, HTML, ou seja, coisas que eu faço, que eu lido todos os dias. Para compensar, resolvi postar algumas fontes de pesquisa que estou sempre buscando informações, principalmente nas horas de “perrengue”. Algumas extensões que uso também para checar acessibilidade. Confesso que comecei a me preocupar com acessibilidade não faz muito tempo. Tenho procurado ler bastante sobre o assunto e aos poucos, tenho colocado em prática o que tenho aprendido. Começo a lista com uma lista de ótimos sites sobre CSS para quem quer aprender, quem está começando.
- http://www.alistapart.com/topics/code/css/
- http://artypapers.com/csshelppile/category.php?11
- http://www.cssbasics.com/
- http://dezwozhere.com/links.html
- http://meyerweb.com/eric/css/
- http://www.456bereastreet.com/archive/categories/css/
- http://www.positioniseverything.net/
- http://www.htmldog.com/
- http://www.barelyfitz.com/screencast/html-training/css/positioning/
- http://www.w3schools.com/css/default.asp
- http://csszengarden.com/
- http://css.maxdesign.com.au/
- http://www.csseasy.com/
- http://webdesignfromscratch.com/css.cfm
- http://css-tricks.com/
Segue abaixo uma pequena lista com algumas extensões do firefox que são, sem sombra de dúvidas muito úteis para acessibilidade.
- http://firefox.cita.uiuc.edu/index.php
- http://www.fujitsu.com/global/accessibility/assistance/wi/
- http://www.vischeck.com/vischeck/
- http://juicystudio.com/article/colour-contrast-analyser-firefox-extension.php
- http://www.tawdis.net/taw3/cms/en
Espero que tenha ajudado. Até a próxima!
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25Agosto2008
E-learning
por: Alex Camillo em: E-learning; Usabilidade.
Desenterro hoje um texto antigo de uma pesquisa que fiz para a faculdade. Infelizmente perdi as fontes, bibliografias. Se você já viu algum trecho do artigo abaixo, algo parecido, alguma fonte de pesquisa, favor, me avisar que darei os devidos créditos.
O desenvolvimento de um sistema de e–learning requer uma elaboração muito mais cuidadosa para obter a atenção e interesse do aluno do que um sistema tradicional. Em sala de aula, o conteúdo está por trás do instrutor, já no ambiente de e–learning, todo o conteúdo está à mostra e é acessível a qualquer momento de acordo com o interesse e tempo do aluno, o que o possibilita ainda mais a possíveis falhas.
Jakob Nielsen, um dos maiores especialistas na área e um dos diretores da Nielsen Norman Group empresa especializada em consultoria e treinamento em usabilidade, diz que a avaliação de usabilidade no mercado de e–learning tem que ser encarada como fundamental, principalmente para obtenção de resultados sobre o investimento feito. Um levantamento do conteúdo do curso e uma análise de seus pré requisitos possibilitam a aplicação de design centrado no usuário, já que é ele quem irá usufruir do sistema.
Ele diz também que até o mais criativo design de conteúdo estará sujeito a fracassar se cuidados com a usabilidade não forem levadas em consideração. Um dos grandes desafios é criar uma interface cuja navegação é de fácil entendimento, interação e que não irrite o usuário.
Ele aponta 10 questões heurísticas em usabilidade que devem ser levadas em conta:
Visibilidade do status de sistema
O sistema deve sempre manter os usuários informados sobre o que está acontecendo, através de um feedback apropriado dentro de um tempo razoável.
Equivalência entre o sistema e o mundo real
O sistema deve falar a língua dos usuários, com palavras, frases e conceitos familiares ao usuário. Seguir as convenções do mundo, fazendo a informação aparecer em uma ordem natural e lógica.
Controle e liberdade do usuário
Os usuários frequentemente escolhem funções do sistema pelo erro e necessitarão de “uma saída de emergência que seja de fácil visualização e entendimento”, para assim, deixar o local não desejado sem ter que passar por um caminho muito logo.
Consistência e padrões
Os usuários não devem ter que querer saber se as palavras, as situações, ou as ações diferentes significam a mesma coisa.
Prevenção de erro
Melhor mesmo do que boas mensagens de erros é um design cuidadoso que previna que problemas ocorram. Podemos fazer isso eliminando situações e condições de erro, ou criando um sistema que faça com o que usuário confirme a opção antes da ação e/ou escolha.
Reconhecimento melhor que recordação
Minimizar a carga da memória do usuário fazendo objetos, ações, e opções visíveis. O usuário não deve ter que recordar a informação de uma parte do diálogo para outra. As instruções para o uso do sistema devem ser visíveis ou fàcilmente retrievable sempre que apropriado.
Flexibilidade e eficiência do uso
Aceleradores — Despercebido pelo usuário novato — pode frequentemente apressar a interação do usuário experiente de tal forma que o sistema pode cater aos usuários inexperientes e experientes. Permitir que os usuários costurem ações freqüentes.
Design Atraente e minimalista
Os diálogos não devem conter a informação que são irrelevante ou desnecessárias. Cada unidade extra de informação em um diálogo compete com as unidades relevantes de informação e consequentemente diminui sua visibilidade.
Os usuários ajudam, reconhecem, diagnosticam, e recuperam os erros
As mensagens de erro devem ser expressadas em linguagem simples (nenhun código), indicar precisamente o problema, e construtivamente sugerir uma solução.
Ajuda e documentação
Mesmo que o sistema possar ser usado sem documentação, pode ser necessário fornecer ajuda e documentação. Uma informação deve ser fácil de achar, focalizado na tarefa do usuário, listar etapas concretas a ser realizadas, e não ser demasiadamente grande.
Quanto ao usuário segue abaixo algumas questões pertinentes no processo de desenvolvimento do sistema:
- Sua experiência de aluno;
- Sua experiência com E–learning;
- Sua personalidade e preferências;
- A frequência com que utilizará o sistema;
- O local e equipamento de que estará acessando o sistema;
- Seu nível de conhecimento de computadores;
- Motivação para o uso do E–learning;
- Objetivos e expectativas com o uso do E–learning;
- Possíveis dificuldades físicas (acessibilidade);
- Possíveis dificuldades de linguagem;
- Nível de escolaridade.
Sobre heurísticas relacionadas ao desenvolvimento de conteúdos do aluno online, podem ser acessados em estudos desenvolvidos por Gagné, da empresa de E–learning, Epic. Que são elas:
- Ganhe atenção, estimule os receptores;
- Informe os objetivos aos alunoes isto cria um grau de expectativa no usuário;
- Estimule a lembrança de um treinamento anterior bem sucedido aciona memória de curto prazo;
- Apresente todo o conteúdo o usuário faz uma seleção automática e seletiva;
- Apresente um guia de alunoado sugira um caminho a ser seguido pelo aluno;
- Estimule a prática aumento de engajamento através de exercícios e interações;
- Forneça feedback constante;
- Estimule a performance feedbacks estimulantes relacionados a erros e acertos de tarefas;
- Estimule retenção de conhecimento e tranferência para a prática do trabalho ugestões de aplicação de novas competências ao dia–a–dia do trabalho;
- Tenha uma boa arquitetura de informação;
- Adequada utilização de cores.
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23Agosto2008
Você não é seu cliente
por: Alex Camillo em: Negócios; Usabilidade.
Me deparei com um artigo interessante que gostaria de compartilhar com vocês. Este abrange basicamente 10 premissas que devemos levar em consideração. O artigo foi escrito visando o e-commerce (comércio eletrônico), mas servem para blogs também. As premissas são:
- As pessoas sabem como encontrar o seu site;
- As pessoas sabem o que você vende;
- Tudo acontecerá como previsto, como planejado;
- As pessoas sabem onde clicar;
- As pessoas sabem voltar a página principal;
- As pessoas sabem onde elas estão;
- As pessoas sabem como comprar;
- As pessoas darão voluntariamente informações pessoais(feedback) sobre o site;
- Pessoas entrarão em contato com o serviço de atendimento ao cliente caso tenham alguma dúvida ou problema;
- As pessoas retornarão ao seu site.
A palavra chave deste artigo é “nunca assumir”. Em outras palavras, você não é seu cliente. Não construa seu site baseado em suposições. Se você age ou se comporta de uma maneira em seu site, não assuma que seus cliente farão da mesma forma.



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